MASP
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O BRASIL NO SÉCULO DE DARWIN


Coleção MASP de arte
Exposição O BRASIL NO SÉCULO DE DARWIN
Coleção MASP de arte
Realização MASP
Local Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP
Av. Paulista, 1578 Tel: (11) 3251-5644
Estacionamento Garagem Trianon - Pça. Alexandre Gusmão
Progress Park - Avenida Paulista, 1636
Abertura Dia 08 de maio, 3ª feira
Período de 08 de maio até 22 de julho de 2007
Horário 3ª feira - 11:00 às 18:00 horas
4ª feira - 11:00 às 18:00 horas
5ª feira - 11:00 às 20:00 horas
6ª feira - 11:00 às 18:00 horas
sábado - 11:00 às 18:00 horas
domingo - 11:00 às 18:00 horas
feriados - 11:00 às 18:00 horas
bilheteria fecha com uma hora de antecedência
Ingresso R$ 15,00 e R$ 7,00 estudantes (UNE, UMES) - Clube Folha: R$ 7,00 - Clube do Assinante do Estadão: R$ 7,00 - Grátis: até 10 anos/maiores de 60 anos / Escolas Públicas agendadas
Dia Gratuito Todas as terças-feiras entrada gratuita até as 18:00
Serviço Educativo Agendamento de grupos (escolas e outros) 2ª a 6ª das 9h00
às 17h00 (11) 3283-2585
0800151336
Ass. Imprensa MASP - Roberto - fone 32881819, 3251-5644 ramal 2107
(comunicacao@masp.art.br, atendimento@masp.art.br)
COMUNIQUE - Paulo Alves - fone 3097-9626



castagneto - paisagem com rio e barco ao seco em são paulo


chamberlain - a ponta do calabouço


chamberlain - quitandeiras da lapa


debret - índios atravessando um riacho


vinet - paisagem nos arredores do rio


faccnetti - escola naval de angra dos reis


riley - cidade da costa, vista do mar


gower - panorama da baía do rio

O BRASIL NO SÉCULO DE DARWIN
Coleção MASP de arte

Charles Darwin chegou ao Brasil em fevereiro de 1832, tocando primeiro em Fernando de Noronha. Depois de meses de pesquisa em diferentes pontos do país, em julho desse ano deixava o Brasil rumo a Montevidéu, em princípio para não mais voltar. Mas, pouco depois, em agosto, de regresso à Europa, ventos contrários forçam seu navio a seguir para Recife, de onde parte enfim a 19 daquele mês. Nesse dia, anota em seu diário: "Dou graças a Deus e espero nunca mais visitar um país de escravos..."
Durante os meses aqui passados, Darwin andou pelo litoral e entrou na floresta, observando peixes, pássaros, insetos... e as pessoas. Esteve na Bahia, no Rio, em Cabo Frio, em Niterói. Como era o país que viu? Estas obras da coleção MASP dão uma idéia de como era o país àquele tempo. A obra de datação mais remota, nesta mostra, é uma aquarela de 1818, com paisagem da Guanabara; a última, de 1895, uma imagem da Ponte Grande, em São Paulo. No século 19, no Brasil, a paisagem urbana, da costa ou do campo não mudava com a velocidade à qual se acostumou (mal) o século 20. Uma cidade não se transformava radicalmente em uma década, uma paisagem de orla marítima não era obliterada em cinco anos por uma parede de altos edifícios, um morro não sumia em pouco tempo devido à exploração de minérios e um pedaço da floresta não era varrido da noite para o dia a fim de abrir espaço a pastagens. Assim, aquilo que estas obras capturaram, mesmo se alguns anos antes e alguns anos depois da visita de Darwin, dão uma boa representação do Brasil à época.
São cenas bucólicas, quase todas. Algumas, idílicas. Como convinha ao ideário estético predominante na época. Paisagens tranqüilas e retratos de pessoas em seus melhores momentos são a regra. Mesmo o trabalho, ilustrado com as quitandeiras da Lapa, é mostrado sob uma faceta exótica. As exceções são apenas duas: uma representação relativamente "amena" de uma caça a escravos e a litografia de Rugendas mostrando um feroz combate armado na floresta. A natureza ali retratada é as mesmas das demais obras; o cenário humano descrito, porém, é como o reverso daquele pintado nas paisagens tranqüilas de cachoeiras, rios e marinhas. Foi o impacto de cenas dessa espécie que levou Darwin, talvez, a sua observação final sobre o país.
Tanto quanto uma representação dos vetores estéticos do momento, esta mostra tem um valor documental certo e é uma ocasião para exibir algumas peças raramente vistas, como o Panorama da Baia de Guanabara de Essex Vidal, de 1826-1829, sem dúvida mostrando para o século 21 aquilo que Darwin viu há quase 200 anos.



JOHANN MORITZ RUGENDAS
Augsburgo, 1802, Weilheim, 1858

Johann Moritz encerra uma dinastia de célebres gravadores alemães. Nela, o mais importante artista é o seu antepassado Georg Philip Rugendas ( Ausburgo, 166601742). Muito ativo em Veneza e em Romaantes de fixar-se definitivamente em sua cidade natal. O prestígio excepcional do artista oitocentista no Brasil deve-se à sua participação como desenhista n a expedição científica de 1821, promovida pela barão Langsdorf. Trabalhando no Brasil por conta própria, Rugendas reuniu uma série de notações de paisagens, de aspectos da natureza, além de sutis observações sobre costumes escravagistas do país. Destes desenhos nasceram litografias publicadas em 1835 por Engelmann, em Paris, com o título Voyage pittoresque au Brésil, acompanhadas de texto bilíngüe, francês e alemão.

JOSEPH BRÜGGEMANN
Ativo nos províncias meridionais do Brasil entre c. 1863 - 1872

O pintor não pode ser identificado com o Brüggemann citado no Dictionnaire Benezit e ativo em Stralsund, Mecklemburg, no século XIX, cujo nome era Joseph Wilhelm, nem com o filho deste, também pintor nascido em Stralsund em 1822, chamado Hermann Johann Gotthard. Reitz (1963) relata que o paisagista, oriundo da Pomerânia, parente da família Brüggemann instalada em Blumenau, teria chegado em Santa Catarina a convite do Dr. Blumenau para registrar um panorama da colônia alemã, Em uma carta publicada pela revista Blumenau em Cadernos, de 1971, O. Ficker reconstrói a passagem do pintor pelo Paraná e Santa Catarina desde 1863 a 1868, quando expôs um quadro representando um claustro do Convento dos Capuchinhos de Nuremberg, "de estilo gótico", como o noticia então a imprensa local. Seguindo para Porto Alegre, trabalhou como litógrafo para a firma Wiedemann & Siqueira, como o atestam gravuras representando vistas de Porto Alegre e retratos de autoria do pintor datados de 1872, Teixeira Leite, em seu Dicionário, reporta-se a uma notícia publicada no periódico gaúcho A Reforma, no qual se fica sabendo que Joseph Brüggemann foi professor da Academia de Belas-Artes de Copenhague, são conhecidos seis quadros com a mesma vista de Florianópolis, pintada a partir da chamada "curva de José Mendes", no antigo caminho de cima, de autoria de Joseph Brüggemann. o quadro do Masp possui dimensões idênticas aos demais quadros citados por Cabral (1971, p. 111) e que estão em posse de Rudi Schnorr e de Tom Wildi em Florianópolis.
A obra do Masp foi adquirida por Pietro M. Bardi no mercado de antiguidades em Florença em 1959 e doado ao museu em 1961. Os outros exemplares encontram-se no Museu Imperial de Petrópolis, no Museu Arquidiocesano Dom Joaquim de Brusque e no Museu Arqueológico do Colégio Catarinense.

THOMAS ENDER
Viena, 1793 - 1875

Estudou com Möser e Steinfeld na Academia de Belas-Artes de Viena. Dedicou-se especialmente à paisagem, chegando a ganhar um primeiro prêmio em um Salão organizado pela Academia, em 1816. No ano seguinte, passou a integrar a missão científica austríaca que veio ao Brasil acompanhando a princesa real e futura imperatriz Leopoldina. Retornou à Áustria em 1818, levando consigo mais de oitocentos trabalhos, sobretudo aquarelas, iniciados ou já terminados no Brasil. Todas essas peças foram inicialmente destinadas a integrar o Museu Brasileiro de Viena. Com o fechamento do Museu em 1836, os trabalhos foram transferidos para a Biblioteca da Academia de Belas-Artes de Viena, onde o artista lecionou pintura de paisagem.
Desenho de qualidade duvidosa. A inscrição também parece não ser original.

E.F. SCHUTE
Ativo em meados do século XIX

Não há certeza quanto à nacionalidade de Schute, talvez seja de origem alemã, austríaca ou suíça, pois há poucas informações sobre sua vida e sua estada no Nordeste do Brasil. Deixou ao que parece algumas obras em Pernambuco, hoje perdidas.
A obra é de extração evidentemente romântica, com suas personagens de costas para o espectador e fundidas na paisagem, como a convidar o espectador a uma experiência de identificação com a natureza. Schute procura conciliar essa perspectiva romântica com um interesse específico, por meio do registro da cachoeira, que deve ter observado com uma atitude naturalista.

MARIA GRAHAM
Cockemouth, 1785 - Londres, 1842

Maria Graham, nascida Dundas, filha de um almirante, casou-se com o capitão Thomas Graham, com quem viajou para a América do Sul em 1821. Morto o marido quando em viagem para o Chile, Maria recolheu - se em Valparaíso. Em 1823, transferiu-se para o Rio de janeiro. Tornou-se preceptora da princesa Maria da Glória, filha de D. Pedro I, além de amiga do soberano e da imperatriz Leopoldina. Deixou seu lugar na corte brasileira em 1824, por causa da oposição dos áulicos do palácio, mas permaneceu no Rio até setembro de 1825, tendo escrito, a pedido da imperatriz, a carta comunicando o projeto imperial contra o almirante Cochrane. De volta a Inglaterra, em 1827, contraiu novo matrimônio com um famoso paisagista inglês da época, Sir August Wall Callcott (1779-1844). Escreveu um livro de viagens (Journal of a voyage to Brazil and residence there during part of the years 1821, 1822 and 1823), publicado em 1834 e ilustrado com desenhos da autora, um livro sobre pintura e um para crianças, Little Arthur's History of England (1835), que lhe deram notoriedade.

EMERIC ESSEX VIDAL
Bredford, 1791 - Brigthon, 1861

De família tradicional de marinheiros, aos 15 anos entrou como voluntário a bordo do navio "Clide", onde se tornou, poucos meses depois, oficial de secretariado, trabalhando ao mesmo tempo como desenhista e aquarelista. Casou-se em 1814, e de maio de 1816 a setembro de 1818 trabalhou como oficial contador no barco "Hyacinth" que estacionava no Brasil. Grande é o número de aquarelas conhecidas com temas brasileiros, especialmente do Rio de Janeiro dos anos 18261829, quando Vidal trabalhou novamente como secretário do almirante Sir Robert W. Otway, estacionado com as forças navais britânicas no Rio. Após ferimentos recebidos em Lisboa durante uma viagem, em 1832, sua saúde foi seriamente abalada. Voltou ao Rio mais uma vez em 1835-1837, a bordo do "Talbot", e desta data existem desenhos do Rio e das festas no S.M.S. "Dublin" além de um retrato de Dom Pedro 11 aos 10 anos de idade, vestido em grande vala. Retirou-se do serviço em 1853 e alguns anos depois morreu em Brighton.

HENRY CHAMBERLAIN
Inglaterra, 1796 - Bermudas, 1844

Apesar de ter visitado e representado São Paulo e Ouro Preto, a cidade por excelência objeto do paisagismo do artista o Rio de Janeiro, o que transparece nas 36 gravuras de seu álbum pioneiro Views & Costumes of Rio de Janeiro, publicado em fascículos em 1827, anteriormente portanto às Viagens Pitorescas de Rugendas e de Debret. O paisagismo de Chamberlain distingue-se pelo acurado e meticuloso registro topográfico que ainda hoje permite reconstituir fielmente numerosos aspectos da paisagem urbana da época. Após sua estada no Brasil, Chamberlain conhece outros países exóticos, como a Nova Zelândia e as Bermudas, onde viria a falecer de febre amarela aos 48 anos de idade, tendo então deixado quase inteiramente a pintura há mais de vinte anos. O amadorismo de sua pintura confirma seu caráter totalmente incidental, devendo ser entendida como um passatempo comum entre os estrangeiros residentes na corte ou em outras regiões do país.
O pai do retratado, Sir Henry Chamberlain, foi cônsul-geral do Brasil e encarregado dos Negócios da Inglaterra na corte do Rio de Janeiro entre 1815 e 1829. As recepções nas casa de Chamberlain marcaram época na crônica do palácio do Catete, como atestam Lord Amherst, Maria Graham, o barão de Bougainville entre outros. Henry, seu filho (1796-1844) acabara de ingressar na Royal Artillery quando esteve no Brasil em 1819-1820. Pintor amador, Chamberlain deixou uma série ampla ele óleos e aquarelas, basicamente paisagens, sobretudo do Rio de Janeiro, e cenas de cunho etnográfico do Brasil daqueles anos, muito apreciados por colecionadores brasileiros por seu valor histórico e documental. Pelas feições muito juvenis de Henry, o retrato em questão, realizado por um pintor sem talento, deve datar dos anos de sua estada no Rio de Janeiro. (Vide nota anterior.)

FÉLIX - EMILE TAUNAY
Montmorency, 1795 - Rio de Janeiro, 1881

Félix-Emile nasce na casa Mont Louis, que pertencera a Jean-Jacques Rousseau, para onde se retirara prudentemente seu pai, Nicolas-Antoine, nos anos imediatamente sucessivos à revolução. Já iniciado na pintura, Félix-Emile acompanha seu pai e seu tio, o escultor Auguste Marie Taunay, ao Rio de Janeiro, onde viria a transcorrer toda sua vida, após 1816, e onde se transformaria no grande organizador da Academia Imperial. Em 1821, quando do retorno de seu pai a Paris, o jovem artista substitui-o como lente na cadeira de pintura de paisagem, mas deve dar aulas particulares quando o novo diretor, o português Henrique José da Silva, impede-o, juntamente com seus compatriotas, Debret, Granjean de Montigny e Auguste Marie Taunay, de lecionar na Escola Real de Artes e Ofícios. Desde 1824, é contudo efetivado nesta cadeira, na qual o substituirá Augusto Müller somente em 1851. Exímio desenhista e aquarelista, Félix-Emile empreende então uma série de paisagens de grande formato da Baía de Guanabara, a partir do morro do Castelo, que fornecerão os modelos para a tela panorâmica que Fréderic Guillaume Rommy pintou e expôs em Paris, com grande sucesso, em 1824, provavelmente na voga das vistas panorâmicas lançadas havia alguns anos em Londres por Robert Barker. Em 1831, tendo apresentado um anteprojeto de reforma da Academia, torna-se seu secretário interino.Após a morte de Henrique José da Silva, em 1834, é eleito pelo corpo acadêmico à direção da Academia, cargo que exerce até 1851, quando o sucede Manuel de Araújo Porto Alegre. Malgrado as resistências nativistas, Taunay tenta imprimir à Academia uma dinâmica construtiva. Valendo-se de sua enorme influência sobre D. Pedro II, de quem fora professor de grego e de língua e literatura francesas, Taunay obtém dele diversas medidas tendentes a aprofundar a experiência dos estudantes com os centros europeus. Traduz ademais, para uso dos acadêmicos, obras de referência da história da Academie Royale, dentre as quais se destaca o Ensaio sobre a Fisiologia das Paixões de Charles Lebrun, a Anatomia Pitoresca de Tortebat, as Considerações Gerais sobre as Proporções, de Millini, dom gravuras de Audran, além de propugnar, em 1849, a criação da cadeira de história das belas-artes, finalmente instituída por lei em 1855, já na gestão de Porto Alegre (Galvão 1954). Neste sentido, Taunay pode ser considerado como o patriarca desta disciplina no Brasil.


Listagem de Obras


Joseph Brüggemann
(ativo nas províncias meridionais do Brasil entre c.1863-1872)
Vista de desterro (Florianópolis), 1867

Benedito Calixto
(Itanhaém, São Paulo, Brasil, 1853 – São Paulo, SP, Brasil)
Cais do mercado em 1885, 1885
óleo sobre tela, 30 x 50

Benedito Calixto
(Itanhaém, São Paulo, Brasil, 1853 – São Paulo, SP, Brasil)
A cachoeira do Rio Sorocaba, 1891
óleo sobre tela, 96,2 x 156

João Batista Castagneto
(Gênova, Itália, 1851 – Rio de Janeiro, Brasil, 1900)
Uma Salva em Dia de Grande Gala na Baía do Rio de Janeiro, 1887
óleo sobre tela; 74 x 150 cm

João Batista Castagneto
(Gênova, Itália, 1851 – Rio de Janeiro, Brasil, 1900)
Marinha com Barco, 1887
óleo sobre madeira; 16 x 22 cm

João Batista Castagneto
(Gênova, Itália, 1851 – Rio de Janeiro, Brasil, 1900)
Paisagem com Rio e Barco ao seco em São Paulo, 1895
óleo sobre tela; 33 x 55 cm

Henry Chamberlain
(Inglaterra, 1796 - Bermudas,1844)
Ponta da Armação em Niterói, 1819 – 1820
óleo sobre tela; 75 x 152 cm

Henry Chamberlain
(Inglaterra, 1796 - Bermudas,1844)
A Ponta do Calabouço, 1819 – 1820
óleo sobre tela; 26 x 32 cm

Henry Chamberlain
(Inglaterra, 1796 - Bermudas,1844)
Quitandeiras da Lapa, 1819 – 1820
aquarela; 15 x 22

Jean-Baptiste Debret
(Paris, 1768 – 1848)
Índios Atravessando um Riacho (O Caçador de Escravos), c.1820 - 1830
óleo sobre tela; 80 x 112 cm

Jean-Baptiste Debret
(Paris, 1768 – 1848)
Sem título (Paisagem da Bahía do Rio de Janeiro e Igreja da Glória)
aquarela sobre papel; 36 x 35,5 cm

Thomas Ender (cópia de)
(Viena, 1793 – 1875)
Paisagem da Guanabara
aquarela sobre papel; 41 x 27 cm

Nicola Antonio Facchinetti
(Treviso, Italia, 1824 - Rio de Janeiro, 1900)
Enseada de Botafogo, 1869
óleo sobre tela; 51 x 87 cm

Nicola Antonio Facchinetti
(Treviso, Italia, 1824 - Rio de Janeiro, 1900)
Casa de Quarentena na Ilha Grande, 1887
óleo sobre tela; 49 x 101 cm

Nicola Antonio Facchinetti
(Treviso, Italia, 1824 - Rio de Janeiro, 1900)
Paisagem da Tijuca, 1863
Nanquim branco, preto e sépia; 45,2 x 59,8 cm

Nicola Antonio Facchinetti
(Treviso, Italia, 1824 - Rio de Janeiro, 1900)
Recanto da Praia de Icaraí, 1869
óleo sobre tela; 28 x 56 cm

Nicola Antonio Facchinetti
(Treviso, Italia, 1824 - Rio de Janeiro, 1900)
Niterói, 1869
óleo sobre tela; 53 x 86 cm

Nicola Antonio Facchinetti
(Treviso, Italia, 1824 - Rio de Janeiro, 1900)
Morro da Glória, 1830
aquarela; 44,5 x 61 cm

Caroline Gower
(ativa na segunda metade do século XIX)
Panorama da Baía de Guanabara, 1883
aquarela sobre papel; 9 x 160 cm
Doação: Victoria Leveson Gower

Maria Graham
(Cockermouth, Inglaterra, 1785 - Londres, Inglaterra, 1842)
Panorama da Baía de Guanabara, 1825
óleo sobre papel sobre tela; 18 x 352 cm

Vitor Meireles de Lima
(Florianópolis, S.C., Brasil, 1832 – Rio de Janeiro, Brasil, 1903)
Dom Pedro II, 1864
óleo sobre tela; 252 x 165 cm

Vitor Meireles de Lima
(Florianópolis, S.C., Brasil, 1832 – Rio de Janeiro, Brasil, 1903)
Dona Tereza Cristina, 1864
óleo sobre tela; 252 x 165 cm

Vitor Meireles de Lima
(Florianópolis, S.C., Brasil, 1832 – Rio de Janeiro, Brasil, 1903)
Moema, 1866
óleo sobre tela; 129 x 190 cm

Luis Carlos Peixoto
(Português, ativo no Brasil no final do século XIX)
A revolta de 6 de setembro de 1893, 1893
óleo sobre tela, 67,5 x 101 cm

John Riley
(Ativo na primeira metade do século XIX)
Cidade da Costa, Vista do Mar
óleo sobre tela; 28 x 71

Johann Moritz Rugendas
(Ausburgo, 1802 – Weilheim, 1858)
Sem título
litografia; 23,5 x 30 cm

E.F. Schute
(Ativo em meados do século XIX)
Cachoeira de Paulo Afonso, 1850
óleo sobre tela; 116 x 152 cm

Félix-Émile Taunay
(Montmorency, 1795 – Rio de Janeiro, 1881)
Pedra da Mãe d’água (Paisagem da Tijuca), c.1850
óleo sobre tela; 50 x 65cm

Emeric Essex Vidal (atribuído a)
(Bredford, Inglaterra, 1791 – Brighton, Inglaterra, 1861)
Panorama da Baía de Guanabara, 1826-29
aquarela sobre papel colado sobre tela; 520 x 49,5 cm

Henry Nicolas Vinet
(Paris, França, 1817-Rio de Janeiro, 1876)
Paisagem nos arredores do Rio de Janeiro, 1874
óleo sobre tela; 106 x 151 cm
Doador: Sra. Celine Guinle de Paula
T.637

Veja também:
Darwin - Descubra o homem e a teoria revolucionária que mudou o mundo
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